Artéria digital percorrerá Ceilândia

Publicada em: 14/05/2013
Artéria digital percorrerá Ceilândia. GDF implanta projeto de Internet para todos, sugerido pela Associação Comercial de Ceilândia, a dois anos atrás. Leia as informações a seguir. Internet nos túneis do metrô Os trabalhos para expansão da Rede GDFnet acabam de ser iniciados, utilizando os túneis do metrô. Desenvolvidos pela Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Planejamento, as atividades de instalação ocorrem durante as madrugadas, conforme as normas de segurança do metrô. Resultado de um acordo firmado entre o Buriti e o Metrô-DF, a expansão permitirá economia e agilidade na ampliação da rede corporativa do Governo. O investimento é de R$ 2,5 milhões e permitirá interligar em rede de alta velocidade secretarias, administrações regionais e demais órgãos do governo. Para os pontos comunitários A estimativa é de que em 60 dias seja concluído o trecho de expansão, que vai desde a Rodoviária do Plano Piloto até a última estação do Metrô em Samambaia. Além de apressar a transmissão de dados entre os órgãos do Governo, a expansão promoverá os recursos necessários para que a Secretaria de Ciência e Tecnologia instale os pontos comunitários de acesso à internet. Fonte : Jornal de Brasília – Coluna Do Alto da Torre – 14/05/13 Artéria digital percorre Ceilândia A Associação Comercial de Ceilândia agregou a sua visão estratégica ações que visam ampliar o fomento do desenvolvimento econômico e social do ceilandense. O momento presente exige da sociedade civil organizada uma preocupação com os aspectos que envolvem a inclusão digital. É consenso que o Plano Nacional de Banda Larga - PNBL, que completa hoje um ano de existência, é um indutor da universalização do acesso à rede mundial de computadores por parte de todos os brasileiros e, é, também, condição de manutenção de um modelo de nação desenvolvida e menos desigual. A massificação do acesso em banda larga e o uso de serviços de telecomunicações para todas as classes sociais independentemente de renda, é um desafio a ser enfrentados por todos os cidadãos. Entende-se que três objetivos primordiais devam ser buscados pelo programa brasileiro de banda larga: Internet mais rápida, Internet mais barata e expansão da cobertura do serviço. Há que se enxergar que Internet não como ameaça e sim manancial de oportunidades. A realidade da banda larga no Brasil nos remete a mais caras do mundo e não chega para todos. A construção de uma infraestrutura para suportar o do programa é apenas o começo. Os conteúdo e as aplicações que vão rodar em banda larga fazem parte da nova economia. É impossível falar de rede, banda larga, e esquecer, também, da educação. O PNBL abre um leque de difusão de acesso a informações e ensinamentos à distância, fornecidos tanto pelo governo quanto pelas universidades públicas e privadas. Estamos falando de um revolução na forma de adquirir e comercializar produtos e serviços. Como exemplo, marcado por taxas de crescimento elevadas no Brasil ao longo dos últimos anos, o comércio eletrônico (e-commerce) fechará 2010 movimentando em torno de R$ 15 bilhões, quase 40% acima dos R$ 10,8 bilhões registrados em 2009. Em 2011, a tendência de expansão deve se manter. Para a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), a evolução no próximo ano ficará na casa dos 35%, mas pode ser ainda mais acelerada, dependendo de fatores como aumento do acesso à banda larga, da bancarização online e da oferta de crédito. E Ceilândia, como fica neste contexto? A cidade já tem instalada uma grande artéria desenvolvimento moderno, as chamadas fibras ópticas, que percorrem a infraestrutura urbana de norte a sul, ao lado dos trilhos do metrô do Distrito Federal. O que falta para que esta grande oportunidade se torne realidade no sentido de oferecer acesso a Internet de alta velocidade a toda a população, basta que o governo do Distrito Federal elabore um plano de uso destas fibras, em parceria com a iniciativa privada, de forma que empreendedores se utilizem desta infraestrutura e instalem antenas que iluminariam a cidade e ofereceriam acesso à rede mundial a preços razoáveis a população e ao setor produtivo, aumentando a oferta e barateado os atuais altos custos de acesso a Internet. A contrapartida seria os parceiros privados disponibilizarem acesso a Internet as escolas públicas, posto de saúde, hospitais e demais serviços públicos disponíveis na cidade. O desafio foi lançado, basta que tenhamos visão estratégica, de forma a identificarmos que a expansão da oferta do serviço de banda larga é condição de desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. Incentivar o empreendedorismo e as ações inovadoras, advindas deste processo, contribuirá para a diminuição dos preços do acesso a Internet ao usuário final, permitindo que toda população brasileira, em especial, a ceilandense tenha acesso a informação e construa novos conhecimentos. Matéria enviada à imprensa – 14/05/11
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