P Sul - 33 anos de luta e participação comunitária e econômica ativa

Publicada em: 11/04/2012

P Sul - 33 anos de luta e participação comunitária e econômica ativa

 

Por volta dos primeiros meses de 1979, famílias do DF inscritas no programa de moradia da Sociedade Habitacional de Interesse Social, antiga SHIS, hoje Codhab, tomaram conhecimento por meio de listagens divulgadas nos jornais da época que haviam sido selecionadas para receberem suas casas no maior conjunto habitacional construído no Distrito Federal, setor P Sul, com 13mil e duzentas residências destinadas a famílias de baixa renda. Passados os 33 anos, o P Sul como é chamado abriga mais 80 mil pessoas, tem um comercio pujante e diversificado, academias, museu da limpeza urbana, escolas, postos de saúde, delegacias, igrejas de todos as denominações religiosas, lotéricas e feiras.

O bairro é considerado o maior de Ceilândia, em seu entorno nos últimos anos nasceram os condomínios Por do Sol e Sol Nascente espaço urbano que abriga uma população de 45 mil habitantes. A região é promissora, pois congrega uma população de mais de 120 mil habitantes, o que viabilizou economicamente a implantação de uma área de desenvolvimento econômico com foco em prestação de serviço, o Pro-DF do P sul. A ascensão econômica do bairro levou seus moradores a lutarem por mais infraestrutura como a via de ligação urbana entre duas cidades importantes Ceilândia e Samambaia, o que propiciará a região um maior fluxo de pessoas e desenvolvimento. Na entrada do setor já se pode identificar como a região passa por transformações, a UnB-Ceilândia fica as margens da via de acesso ao P Sul.

Diante desse momento virtuoso a comunidade recebeu recentemente ciclovias, reforma quadras esportivas, reforma dos postos de saúde e do centro de atendimento a crianças em risco social e a implantação do esgotamento sanitário e água encanada nos condomínios Por do sol e Sol nascente e a cobertura de quadras esportivas em algumas escolas.

Nesse crescente o BRB e a Caixa Econômica já anunciaram a Associação Comercial de Ceilândia(ACIC) que irão implantar agências bancárias no setor. Como a luta continua a comunidade local agora quer a recuperação do asfalto das ruas do setor, recuperação da pista de skate, implantação de creches, a construção de uma UPA, a duplicação da via P5(acesso a usina de lixo), construção de um calçadão de lazer no entorno do bairro, continuação do programa de cobertura das quadras esportivas nas escolas e implantação de uma agências dos correios.

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