Por uma Ceilândia sustentável

Publicada em: 15/07/2013
Foram dois dias de muita integração e debates sobre a questão do impacto dos resíduos sólidos para o condomínio Sol Nascente, em Ceilândia. Um evento realizado pelo Programa Justiça Comunitária, como parte do projeto “Conversando sobre Cidadania”, em parceria com a Coordenadoria de Gestão Socioambiental (COGESA), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios; Associação Comunitária e Habitacional de Ceilândia ACHAC – Sol Nascente; Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal (SEDEST); Tempo Eco Arte e com colaboração da Associação dos Servidores da Justiça do Distrito Federal – ASSEJUS; da Arte Pelo Mundo Artesanato e da COGESA, e da Polícia Militar do DF. No dia 5 de julho, a Subsecretaria de Fomento a Parceria da SEDEST e o Presidente da Central de Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis do DF (CENTCOOP) falaram sobre a questão da legislação que norteia a questão do lixo e o dia a dia dos catadores de resíduos. No final do encontro de sexta-feira, policiais militares apresentaram um teatro para as crianças falando sobre a preservação da natureza e demonstrando a elas o quão nociva é a atividade de tráfico de animais silvestres. No sábado pela manhã, o dr. Carlos Augusto Almeida Correia, do TJDFT, deu uma palestra listando as doenças provocadas pelo tratamento inadequado do lixo e da água. Os moradores puderam sanar suas dúvidas sobre o assunto. Na sequência, Davi Rodrigues da Silva, químico da CAESB, esmiuçou todas as atividades realizadas para o tratamento da água, e garantiu que a água no Distrito Federal é uma das melhores do país e que não há nenhum perigo em toma-la diretamente, sem filtragem. Por fim, José Valmir dos Santos, diretor da Associação Comunitária e Habitacional da Ceilândia, e Francisco Mendes, da diretoria técnica de coleta seletiva do Serviço de Limpeza Urbana, falaram especificamente do problema da coleta do lixo em Sol Nascente. Enquanto as palestras eram realizadas, a população teve acesso a diversas oficinas sobre como reaproveitar os resíduos sólidos para fazer pufes, bonecos, pandeiros, adubos, fuxicos, e muito mais. Por:TJDFT
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