Previdência Privada: Trocando em miúdos

Publicada em: 21/08/2012

A captação da previdência privada dos bancos e seguradoras não para de crescer: 23% no primeiro semestre de 2012. Aliás, a média dos últimos anos.

 

Essa é a confirmação de que o brasileiro sabe que daqui para a frente vai depender só do seu esforço para ,um dia, poder se aposentar bem.

 

Agora, vai aqui um alerta : previdência privada não é tudo a mesma coisa. Tem que abrir o olho quando contrata, porque tem muito banco que só pensa no seu lucro na hora de vender e nem entende muito do assunto. Vende previdência como um produto financeiro, quando na verdade ela é um projeto de vida.

 

Por isso, faça muitas perguntas e fuja da instituição em que o gerente não sabe responder a tua segunda pergunta.

 

Para te ajudar vamos sugerir as 3 perguntas mais importantes:

1. Qual é a taxa de administração financeira, aquela cobrada sobre a tua poupança previdenciária investida. Se for mais que 2% para aplicações em títulos e fundo de ações, caia fora. Procure outra instituição.

 

2. Quanto, em média, rendeu o Plano nos últimos 5 anos. Se for menos que inflação mais 6%, não contrate.

 

Sopa de letrinhas

 

PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)

 

Ideal para quem faz declaração completa de IR, pois você pode deduzir o valor das contribuições da sua base de cálculo do Imposto de Renda, com limite de 12% da sua renda bruta anual. Assim, poderá reduzir o valor do imposto a pagar.

 

VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)

 

Ideal para quem faz declaração de IR simplificada, para profissionais liberais ou para quem deseja aplicar mais de 12% de sua renda bruta anual. Isso porque, em um VGBL, a tributação acontece apenas sobre o rendimento acumulado.

 

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